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sábado, 10 de janeiro de 2015

Daquilo que respira alí

Da fragilidade e do efêmero
Daquilo que se é possível,
Daquilo que podia,
Daquilo que o vento levou, 
Que a chuva molhou
Mas que teima a flutuar
No infindo

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Entre a janela e o silêncio

Daquele teu olhar guardo a cor e a luz refletida na janela.
 A música toca e pensamento dança, corpo silencia, confude o horizonte, me confude, confude o tempo... 
Cigarro apaga e já não sou eu ali... mas pedra bruta a lapidar

Das sementes e semeaduras

Em tempos um homem tentou fechar um buraco. Botou água e ela correu; botou cimento e o buraco continuou na sua mente; deixou o buraco de lado e ele cresceu; Temos q entender nossos buracos; dar luz aos buracos; transformar esse vão em um espaço pra semearmos uma planta que usará esse buraco pra sua raiz ter uma base boa e assim crescer forte. Transformar esses nossos buracos em árvores flandosas a partir do amor.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Das Finitudes

Do silêncio do vácuo
Tempo, espaço
E do começo que anuncia o findar
Do vento que sopra o caminho chegado
Do vento que sopra o caminho passado
Daquilo que respira nas letras
Daquilo que voa na mente alheia
Daquilo que alheio a razão
Lhe diz SIM
Lhe diz NÃO
E toda essa concretude...
Bolhas de sabão

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Do Sabiá

Do sopro do vento o sabiá sabia a cor e o rumo...
E o sumo daquilo que não se vê ele traz no bico

E pia um poema com cheiro de folha verde na beira d’água

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Sobre mel e tristeza

A tristeza é maré tímida com desejo de 

tempestade

É fim, mas também partida

É onde a gota salgada quer a 

abelha... o céu

quem sabe

...virar mel










quarta-feira, 11 de junho de 2014

Borboletando

De bicho feio, rasteiro... Agora, poesia que sabe voar