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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Quero o que eu nem sabia que eu queria...

Quero ser mais brisa do que vento

Mas sorriso que lamento

Quero imprevisto ao invés de frases feitas

Humildade ao invés da soberba

Quero...


Um querer com sabor de saber

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Quando o concreto me invade, falta pulso, falta pausa e a vida se faz avulso
Quando a ausência me invade tudo é cinza e (in)concreto
Quando a poesia me invade...
Ah... Quando a poesia me invade...

domingo, 17 de julho de 2011

O que me leva?

E assim o que me trás é o mesmo que me leva

Queria andar, mas corro, tenho pressa

O que trás é o mesmo que me leva

Corro sem saber por que corro

Só corro, socorro

E assim o que me trás é o mesmo que me leva

Que me cerca...

Corro e a direção é sempre incerta

E assim não vejo a paisagem que é bela

Corro então, só corro.

Socorro

E assim, não vejo o que me cerca

sábado, 25 de junho de 2011

Poucas palavras

Poucas palavras, muitas memórias...

Boca cala e o peito grita

Sentido de urgência

E a alegria... adia-se

Frases curtas e o tempo escasso

O Futuro do hoje: o acaso

E o que era doce, agora, o amargo

Poucas palavras, muitas histórias...

Sem enigmas...

Então devora!!!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Queda

Caímos e nos machucamos porque tentamos impedir ou mudar o fluxo do óbvio.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

E num bater de asas de borboleta tudo pode mudar... e o que era sólido, flutuar e o que era leve... pesar.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Necessária

Poesia abstrata, de métrica confusa
Brisa que bate no rosto e traz o cheiro da chuva
As vezes doce... as vezes ácida.
As vezes...
Antagonismos e tempestade num corpo delicado
O que peço é a verdade... nua ou crua
Com seus sabores e desabores
Não uma verdade absoluta de quem tem sempre a razão
Mas uma verdade, sem razão
Forjada na sensação e nos sentidos
Porque sua existência se faz necessária