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sábado, 25 de junho de 2011

Poucas palavras

Poucas palavras, muitas memórias...

Boca cala e o peito grita

Sentido de urgência

E a alegria... adia-se

Frases curtas e o tempo escasso

O Futuro do hoje: o acaso

E o que era doce, agora, o amargo

Poucas palavras, muitas histórias...

Sem enigmas...

Então devora!!!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Queda

Caímos e nos machucamos porque tentamos impedir ou mudar o fluxo do óbvio.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

E num bater de asas de borboleta tudo pode mudar... e o que era sólido, flutuar e o que era leve... pesar.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Necessária

Poesia abstrata, de métrica confusa
Brisa que bate no rosto e traz o cheiro da chuva
As vezes doce... as vezes ácida.
As vezes...
Antagonismos e tempestade num corpo delicado
O que peço é a verdade... nua ou crua
Com seus sabores e desabores
Não uma verdade absoluta de quem tem sempre a razão
Mas uma verdade, sem razão
Forjada na sensação e nos sentidos
Porque sua existência se faz necessária

quarta-feira, 30 de março de 2011

Hic et Nunc

Feitos imperfeitos e transitórios, buscando uma imortalidade que transita no agora. E por medo de um futuro tão incerto nos agarramos a um presente que escorre pelos dedos...

Assim, acabamos por buscar e colecionar nossa porção imediática de imortalidade recheada de sensações e prazeres do agora.

Instante


E ficou na memória... alí, na página que se fecha
Novas letras, novas cores, cheiros e sabores...
Rumores de um novo amor
Memória perde a cor e vai se aquietando
Como livros esquecidos...
Com sua folhas perdidas
Na estante...amarelando
Pedindo uma leitura , um afago...
Mesmo que por um...
Instante

sexta-feira, 25 de março de 2011

Olhar

Em nossos dias, estamos tão presos as nossas neuroses e demandas que perceber o outro se tornou um trabalho árduo e misterioso. O pior é que quando tentamos fazê-lo acabamos por estabelecer uma imagem estereotipada pautada no achismo e em receitas encontradas nos livros.