Caímos e nos machucamos porque tentamos impedir ou mudar o fluxo do óbvio.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Necessária
Poesia abstrata, de métrica confusa
Brisa que bate no rosto e traz o cheiro da chuva
As vezes doce... as vezes ácida.
As vezes...
Antagonismos e tempestade num corpo delicado
O que peço é a verdade... nua ou crua
Com seus sabores e desabores
Não uma verdade absoluta de quem tem sempre a razão
Mas uma verdade, sem razão
Forjada na sensação e nos sentidos
Porque sua existência se faz necessária
Brisa que bate no rosto e traz o cheiro da chuva
As vezes doce... as vezes ácida.
As vezes...
Antagonismos e tempestade num corpo delicado
O que peço é a verdade... nua ou crua
Com seus sabores e desabores
Não uma verdade absoluta de quem tem sempre a razão
Mas uma verdade, sem razão
Forjada na sensação e nos sentidos
Porque sua existência se faz necessária
quarta-feira, 30 de março de 2011
Hic et Nunc
Feitos imperfeitos e transitórios, buscando uma imortalidade que transita no agora. E por medo de um futuro tão incerto nos agarramos a um presente que escorre pelos dedos...
Assim, acabamos por buscar e colecionar nossa porção imediática de imortalidade recheada de sensações e prazeres do agora.
Instante
sexta-feira, 25 de março de 2011
Olhar
Em nossos dias, estamos tão presos as nossas neuroses e demandas que perceber o outro se tornou um trabalho árduo e misterioso. O pior é que quando tentamos fazê-lo acabamos por estabelecer uma imagem estereotipada pautada no achismo e em receitas encontradas nos livros.
Assinar:
Postagens (Atom)
