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quarta-feira, 12 de maio de 2010

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Peso

O pai lhe ofereceu um presente. O filho olhou aquela caixa humilde, pegou-a, balançou-a e achou leve demais. Demasiadamente leve para o seu ilustre valor. Irritado e sentindo-se humilhado, jogou a caixa no chão.
Ela se espatifou e revelou uma linda jóia de uma beleza inimaginável que iluminava o salão todo. Ela se transformou numa gota d’água, escorreu e sumiu pelo chão.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Super interessante

Caros amigos leitores (caso os tenha). Tenho estado ausente. Não de idéias, mas da energia simples e factível que me coloca na frente do micro para escrever algo que talvez soe inteligente, ou, interessante. E pensando, “sem muito alarde”, as coisas nem sempre precisam ser inteligente e interessante para que as pessoas queiram lê-las. O que importa é a quantidade de caracteres ( poucos por sinal), uns 140. Por isso. Como não tenho nada interessante para ser dito achei que seria interessante escrever algo sem objetividade alguma.

Obrigado pelo seu interesse.

Breve

Primeiro vem o estômago, depois a moral.

Bertolt Brecht

Primeiro vem o umbigo, mesmo que imoral?

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

...

Das cinzas surgiram a vida e da cinza surgiram cores. E do concreto o incrédulo com seu despertar mecânico e autômato. Do passado herdamos o presente. Presente, amarrotado, morimbudo, enfeitado e colorido para disfarçar o odor e o descaso. O futuro ... futuro... talvez, monocromático e débil ou um futuro vibrante. Futuro viscoso, saboroso.

Fruto novo, semeado agora

(Frutu)ro

terça-feira, 21 de julho de 2009

Parábola


Um dia o rei perguntou para seu filho que presente faria ele feliz. Ele respondeu que seria ganhar um reino duas vezes maior que o reino do seu pai. O rei deu uma longa risada, mas ficou com aquilo no pensamento.

Algum tempo depois, juntou seus melhores guerreiros e lutou bravamente para conseguir que seu reino se tornasse duas vezes maior para entregar-lhe ao filho. Quando o menino se tornara rei resolveu que daria um reino três vezes maior do que seu pai lhe havia dado. Despediu-se do seu pequeno e foi à guerra. Anos se passaram e o rei voltou vitorioso da batalha. Quando chegara, uma peste havia dizimado a sua família e seu pobre filho. Então, ele foi à montanha mais alta do reino e se jogou.

Onde ele caíra, nascera uma linda árvore onde as pessoas da região pegavam seus frutos e lembravam dessa história.