O Gé-Néscio
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Do Sabiá
Do sopro do vento o sabiá sabia a cor e o rumo...
E o sumo daquilo que não se vê ele traz no bico
E pia um poema com cheiro de folha verde na beira d’água
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Sobre mel e tristeza
A tristeza é
maré tímida com desejo de
tempestade
É fim, mas também partida
É onde a gota salgada quer a
abelha... o céu
quem sabe
...virar mel
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Borboletando
De bicho feio, rasteiro... Agora, poesia que sabe voar
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Manoelando
Se não der... guardo essa memória
inventada, pra rir
sozinho...
das
palavras que
borboletaram na
minha
cabeça
segunda-feira, 10 de março de 2014
QUASE
O quase é o verbo boiando no tempo
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Si
O sono não veio... e o que não é, segura meus olhos abertos feito esparadrapo
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Nessa noite quente o ventilador ruidosamente me diz não
Enquanto espalha vento com desejo de ser brisa
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Página inicial
Assinar:
Postagens (Atom)