segunda-feira, 14 de março de 2011
Comentário sobre o amor moderno... segundo Bauman.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Ondas
MEIAS VERDADES... TÃO INTEIRAS
IDAS E VINDAS, VIDA PASSAGEIRA
MEUS PASSOS, MEU ESPAÇO
UMA DIREÇÃO, A CONTRA-MÃO
GARAGANTA ARRANHA, O GRITO ACANHA
PEDIU-SE O SIM, DE BRINDE O NÃO, ENTÃO....
CONTAMOS OS DIAS, CONTAMOS AS HORAS
ESTAMOS ALÍ... DEPOIS DO AGORA
AS ONDAS LEVAM AS PEGADAS NAS AREIAS
ALEGRIAS E VERDADES LEVADAS NA CORRENTEZA
E O PENSAMENTO ATÔNITO, FICOU NA BEIRA
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Novos Ares
É preciso arrumar a casa. Limpar as gavetas, abrir as janelas e as portas, para que a luz e o vento levem aquele ar viciado e taciturno para fora. Para que assim o sorriso e o amor contagiem o nosso lar e sua cor mude de tons cinza para cores vibrantes.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Sabores e Saberes
pelo sabor.
É preciso saborear a vida, sabor com gosto de saber.
Fazemos nossas “tarefas”, necessidades cotidianas e Cronos, move
as areias do tempo. E o que poderia ser um semblante marcado pelo riso e por experiências
sublimes tornara-se um templo da consternação
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Bio Grafia
Contraditório e ambivalente, cruz e espada, chuva em dia ensolarado. Biografia sem grafia. Mais bio que grafia. Escrita incerta por linhas tortas. Nascido pagão e pagante. Quem sabe mais espírito (alma) que bio (corpo). Pintei, atuei, chorei quando tinha que ter rido e ri de mim, dos outros e para os outros. Emociono-me com coisas miúdas e as grandes são difíceis de carregar, de botar na mente, no coração ou quem sabe no estomago. Gosto do Sol batendo na janela, das imagens que se formam sem permissão nas paredes e em nossas mentes. Tenho mais incertezas do que certezas e agradeço por isso. Custei a parar de brincar, na verdade não parei. Dizem que a vida é um jogo? Então, porque levar tudo a sério por demasia. Gosto das artes sem os “ismos” e das mulheres com muito estrogênio (ou pouco), gosto de ficar calado de flutuar no pensamento. De uns tempos pra cá tenho falado em demasia. Descobri a oralidade tardia. Preciso ver e ouvir, mas com o corpo todo. Esse sou eu. Ou parte dele? Uma parcela inteira de todo eu em poucas linhas.