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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

I came back


Eu voltei... após um longo período de abstinência bloguerista, cá estou.

Não que eu não tivesse nada de interessante para postar. Ocorreu e esta em andamento a crise mundial, eleição e uma série de coisas palpáveis e impalpáveis a serem explanadas. Mas não postei!! Calei-me, por consternação, preguiça ou por falta de vergonha na cara mesmo. Queremos fazer mil coisas ao mesmo tempo e... por exemplo to aqui escrevendo esse texto, falando com umas pessoas no MSN, fazendo uma pesquisa no Google e de olho na gororoba que “agora” esquenta no fogão. Então é isso caro amigos... as vezes algumas coisas...

Até breve (assim espero).

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Campeã de "Nada"ção


Hoje não tive como ver o jogo da seleção (ia colocar em maiúsculo “Seleção”, mas...o futebol apresentado merece um “s” minúsculo).Tive uma manhã atribulada e não consegui ver e nem ter notícias da seleção canarinho. Liguei o rádio, nada, liguei a TV, nada. Já no final da tarde, coloquei em um site de busca: Seleção brasileira, olimpíada. Nada,nada para o Brasil e 3 para a Argentina.O Pato entrou em cena e nada. Nadou,nadou, quéim! Quéim! Quéim!E “los hermanos, bailó un tango”.


Então, já que ficamos com nada mesmo. Prefiro o “nada” dourado do Cesar Cielo que nada, nada e chora bastante. Mas um choro alegre de superação e felicidade.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Trecho breve do livro, "Assim falou Zara o Truta" - Parte 1


Zara o truta, porem, fitava os mano e viajava nas idéias. Depois falou assim:


Nóis somos foda, mano! Tipo corda que prende a gente nas coisas do bicho. Corda essa que sempre nos leva pro buraco!! Mó, fita errada.


Quando tô na correria, o caminho é sinistro, mas a fita é olhar pra frente. Merda cagada não volta pro cú, né não? De repente você amarela. E aê?


Truta, sabe o que é do caralho no homem é que ele é uma ponte e não o fim da quebrada: o que pode ser a bagaça no homem é que ele é caminho, truta e um sucumbir (marcar toca, vacilar,um fim, sacou?).


Curto Aqueles da correria que não sabem curtir, a não ser que a casa não caia, pois são os que fazem a caminhada e atravessam a ponte.


Curto Aqueles que não viajam procurando lá atrás das estrelas uma razão pra ir pro saco ou pagar de coitadinho(sacrificio): mas que fazem as fitas e passam aperreio pela terra, para que a terra um dia seja algo além dos truta, né não?


Curto Aqueles que vivem curiando, ligeiros e que querem saber de tudo para que um dia o além dos truta viva.



(...)



E no final disse:



Vai pensando que sou boiola!!!Na real eu curto é as mina!!! Mas fica de boa que não sou talarico, truta!! Hheehe!!



Zara o Truta
Trecho "similar" de, Assim falou Zaratustra, rs:
Zaratustra, porem, olhava para o povo e se admirava. Depois falou assim:
O homem é uma corda, atada entre o animal e o além-do-homem -uma sobre um abismo.
Perigosa travessia, perigoso a-caminho, perigoso ohar-para-trás, perigoso arrepiar-se e parar.
O que é grande no homem, é que ele é uma ponte e não um fim: o que pode ser amado no homem, é que ele é um passar e um sucumbir.
Amo Aqueles que não sabem viver a não ser a não ser como os que sucumbem, pois são os que atravessam.
Amo Aqueles que não procuram atrás das estrelas uma razão para sucumbir e serem sacrificados: mas que se sacrificam à terra, para que a terra um dia se torne além-do-homem.
Amo Aquele que vive pra conhecer e que quer conhecer para que um dia o além-do-homem viva. E assim quer ele sucumbir.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Brisa

Tinha um punhado de terra na mão... de repente surgiu o vento e a terra virou lembrança...

Trato

A vida é inconstante... e essa inconstância, constantemente me assombra com esses momentos sublimes e derradeiros que por muitas vezes de tão belos, se tornam abjetos pela falta do nosso trato para com eles...

segunda-feira, 14 de julho de 2008


Promessas de um dia calmo , com a luz batendo na janela revelando seus contornos na parede branca e oposta. Sol e pele iluminados. Olhos fechados para sentir a luz e o calor que erradia. Aproveitemos o dia antes que nuvens pesadas venham e se ocupem de velar o sono momentâneo da luz a brilhar nesse dia precioso.

terça-feira, 1 de julho de 2008


Sem passos, cem passos, então paro, meu passo, sem espaço
Espasmo, não passo, passado
Pássaro!
Sem passos! Sem passos!
Ao lado?

No alto